Nos dias 25 e 26 de março de 2015 fomos para a Escola Vilma
Brito Sarmento aplicar uma atividade de diagnóstico com os alunos do 5º ano, ao
iniciarmos a aplicação percebemos que os alunos tinham grandes dificuldades
tanta na leitura quanto na escrita. Foi realmente um choque de realidade de
como anda a nossa educação pública. Foi um terror, pois chegamos à sala achando
uma coisa e nos deparamos com outra coisa totalmente ao contrario. Naquele
momento eu como uma futura pedagoga me senti responsável de ajudar a professora
a buscar alguma metodologia que contribuísse na alfabetização daquelas crianças.
Por esses e outros dilemas encontrados na educação acredito
que o professor tem que esta sempre em formação. Segundo Imbernón (2010, p.
31), é necessário começar a refletir sobre o que nos mostra a evidencia da
teoria e da prática formadora dos últimos anos e não nos deixarmos levar pela
tradição formadora, para assim tentar mudar e construir uma nova forma de ver o
ensino e a formação docente, a fim de transformar a educação e contribuir para
uma sociedade mais justa. Essa aplicação do diagnóstico com as crianças é de
suma importância, pois já adentramos na sala de aula sabendo das dificuldades,
dos desafios que vamos enfrentar e, mas importante ainda quais os níveis de
atividades que vamos aplicar.
Com toda certeza o método sociolingüístico junto com o nosso diagnóstico,
será de grande importância para que possamos tentar alfabetizar os alunos 5º
ano.


Oi Monik,
ResponderExcluirÉ normal no início da carreira o choque com a realidade da escola pública. Procure refletir à luz das teorias a problemática da alfabetização. Que tal retomar a leitura do livro Alfabetização e Método Sociolinguistico?
De inicio temos uma visão de algo que pode ser assustador, mas quando passamos a olhar, trabalhar e vivenciar a realidade, a situação não é tão drástica como parece.
ResponderExcluirOlá Monik, como esse contato com a sala de aula, a do 5° ano pra ser mais especifico, vem contribuindo pra sua formação docente ?
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