Com a análise do diagnóstico concluído
elaboramos a I intervenção queríamos uma atividade que fosse gratificante tanto
pra gente quanto para os alunos, então logo pensamos no gênero textual receita
para ser aplicada na sala de aula, priorizando sempre o desenvolvimento da
leitura e escrita das crianças. Para a construção do plano de aula e das
atividades tivemos como base o método socioliguinstíco. A partir da leitura do livro da autora Onaide Mendonça, percebemos que esse
aprofundamento na fundamentação teórica é de grande relevância no processo da
nossa formação, no seu método Freire vê a importância da socialização e quer todos os
alunos lendo e escrevendo com autonomia, e ainda, capazes de intervir
criticamente no cotidiano e no mundo em geral.
Na elaboração das atividades estávamos um
pouco ansiosas e ao mesmo tempo nervosas, imaginando como aplicar uma atividade
numa sala de 5º ano que malmente sabe ler. No primeiro instante pensamos que a
aplicação da atividade iria ser um desastre, mas pelo ao contrario foi um
momento único para nossa formação, ver que aqueles alunos reagiram super bem
com a nossa presença e deram o máximo deles mostrando que eles eram capazes de
esta ali e ia fazer por onde. Ao começar a aplicar as atividades fomos
surpreendidos, a maioria dos alunos terminaram as atividades rapidamente e
participaram dos debates que foram propostos. No decorrer da aplicação da atividade
notamos a dificuldades em algumas crianças, mas nada que uma boa explicação não
resolvesse.
Construímos o
plano de aula em três momentos, codificação, descodificação e analise
lingüística. A abordagem principal na codificação é partir da explicação
estrutural da receita e exposição de suas características. No decorrer
descodificamos o gênero textual com questionamentos e debates entre os alunos.
Em seguida fizemos no quadro toda a explicação da analise lingüística com a
palavra geradora “RECEITA” e sua família silábica. Por fim, aplicamos as
atividades de acordo com cada nível de escrita dos alunos diagnosticadas. Foi
uma experiência única tanto pra gente quanto para os alunos, e a nossa ida para
a escola foi, mas uma etapa vencida de muitas que iremos vencer ao longo desse
ano.
Estou aprendendo
a ser professora a cada intervenção construída, a cada desafio encontrada em
sala de aula, pois a arte de ensinar é uma tarefa difícil demais, mas está
sendo os momentos de dificuldades tanto em sala de aula quanto em construir as
intervenções que nos faz refletir sobre nossa pratica e como nós futuros
pedagogos iremos atuar na nossa sala de aula.


Quando vc fala em método sociolinguístico, explique um pouco a teoria, baseando-se na leitura do livro. Você diz que queria trabalhar com ludicidade...por que? Pesquise o que é ludicidade. Como foi a aplicação da atividade? Como os alunos reagiram? Como você está aprendendo a ser professora? Vamos lá...refletir.
ResponderExcluirOlá Monik!
ResponderExcluirDe forma essas experiências tem contribuido para sua formação?
Em relação aos seus dilemas, você acha importante para sua formação?
Acredito Camila que nada disso está sendo em vão. A cada semana que nos encontramos ou nos locomovemos para a escola estou adquirindo novas experiências que está sendo de grande relevância para a minha formação, pois acredito que vou conseguir realizar algumas transformações positivas tanto na criança quanto em mim. E os dilemas encontrados na sala de aula só me dar, mais forças pra prosseguir na minha formação, pois são esses obstáculos que nos fazem refletir sobre o fazer pra mudar e melhorar.
ResponderExcluirMuito bem Monik, como você nos diz a arte de ensinar é uma tarefa difícil e nós sabemos que requer horas de planejamento e dedicação para poder ter resultados. Observando as suas colocações gostaria de colocar uma reflexão a respeito de seu trabalho em trio. Está sendo proveitoso? Como está a parceria entre as colegas? Existe dificuldades em articular as intervenções ? Teve algo que precisa ser melhorado?
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