quinta-feira, 26 de março de 2015

Aplicação do diagnostico dos alunos do 5° ano



Nos dias 25 e 26 de março de 2015 fomos para a Escola Vilma Brito Sarmento aplicar uma atividade de diagnóstico com os alunos do 5º ano, ao iniciarmos a aplicação percebemos que os alunos tinham grandes dificuldades tanta na leitura quanto na escrita. Foi realmente um choque de realidade de como anda a nossa educação pública. Foi um terror, pois chegamos à sala achando uma coisa e nos deparamos com outra coisa totalmente ao contrario. Naquele momento eu como uma futura pedagoga me senti responsável de ajudar a professora a buscar alguma metodologia que contribuísse na alfabetização daquelas crianças.


Por esses e outros dilemas encontrados na educação acredito que o professor tem que esta sempre em formação. Segundo Imbernón (2010, p. 31), é necessário começar a refletir sobre o que nos mostra a evidencia da teoria e da prática formadora dos últimos anos e não nos deixarmos levar pela tradição formadora, para assim tentar mudar e construir uma nova forma de ver o ensino e a formação docente, a fim de transformar a educação e contribuir para uma sociedade mais justa. Essa aplicação do diagnóstico com as crianças é de suma importância, pois já adentramos na sala de aula sabendo das dificuldades, dos desafios que vamos enfrentar e, mas importante ainda quais os níveis de atividades que vamos aplicar.
Com toda certeza o método sociolingüístico junto com o nosso diagnóstico, será de grande importância para que possamos tentar alfabetizar os alunos 5º ano.





Planejamento na Escola Vilma Brito

No dia 19 de março fomos à escola Vilma Brito Sarmento participar e colaborar  do planejamento em conjunto com os professores supervisores e coordenação. Esse momento foi de grande importância para nossa formação, pois nos possibilitou a refletir sobre a importância de planejar.  De acordo com Vasconcellos “podemos dizer que planejamos porque podemos e podemos porque planejamos, visto que o planejamento coloca-se como um caminho do homem resgatar sua dimensão de sujeito, na medida em que através dele, se capacita para exercer sua liberdade, sua criatividade, para traçar seu o destino, não de maneira ilusória, mas preparando-se para o confronto com estas determinações e limites da realidade a ser mudada. Afinal “o processo de planejamento pode ser de grande valia, na medida em que busca re-significar, orientar e dinamizar o trabalho. O planejamento é de tão importância que por meio do mesmo organizamos as aulas tendo como base a realidade da escola de uma maneira organizada e bastante didática.

Poder participar do planejamento junto com a nossa professora supervisora Jocelice nos deu, mas clareza da importância do planejamento antes de adentrar na sala de aula, pois requer dedicação do professor com o aluno e naquele momento que estávamos planejando coletivamente adquirimos também conhecimentos sobre o ato de planejar e a tamanha importância que tem ao longo da minha formação. E pude perceber que o planejamento é uma estrela lá no céu, que pode nos guiar numa aprendizagem significativa e de grande importância para os alunos.
   

quarta-feira, 18 de março de 2015

O Começo de Tudo


Eu me chamo Monik de Jesus Santos, nasci no dia 31 de março de 1993, 6 horas e 15 minutos no hospital e maternidade Dr. Antonio Costa Pinto Dantas na cidade de Ituberá. Sou filha de Antonio Carlos Bispo dos Santos e Maria das Dores Vieira de Jesus.   

Quando iniciei no processo de alfabetização tinha três anos de idade foi na Escola Paraíso Infantil.  Lembro - me como se fosse hoje o primeiro dia de aula, chorava muito com medo da minha mãe me deixar naquele espaço estranho pra mim. No começo foi difícil, mas logo fui acostumando, as professoras sempre carinhosa, sem contar que os métodos de ensinos usados pelas mesma eram livros didáticos, os professores tomavam a lição dos alunos e exercitavam nossa escrita através de copias onde os alunos copiavam os textos dos livros, ditados de palavras e caligrafia. Em matemática era ensinado como armar e efetuar as continhas, era tomada a lição da tabuada semanalmente, a metodologia usada era compreendida pelos alunos e mesmo que não fosse as professores retornavam e explicavam até ser tudo compreendido.


Vivências do Fundamental II


Na 5ª série passei a estudar no Colégio Cenecista Santo André, foi mas um choque na minha vida escolar, pois já estava acostumada com a minha antiga escola, os métodos de ensinos dos novos professores eram parecidos o que diferenciavam um do outro era a personalidade de cada um. No Fundamental II houve um momento que nunca esqueço,  foi o primeiro dia de aula na 5ª serie eu estava na presença do meu pai e ficamos parados na porta da sala do Colégio Cenecista Santo André não sabia o que fazer nem como agir eu me senti um peixe fora da’gua naquele lugar. Nesse mesmo ano passei por uma experiência marcante que fez eu me fechar ainda mais, nesse colégio o método de ensino era parecido, mas mesmo assim havia um distanciamento em relação entre professor e aluno, aos poucos tudo foi mudando e fui percebendo que não tava, mas no fundamental I. Sempre busquei me envolver com as aulas, mas me limitei apenas a ouvir, não porque eles não me deixavam participar das aulas, mas porque nunca soube questionar.



Ensino Médio


Quando inciei o Ensino Médio, já não tinha  tanta dificuldade nas aulas, sempre fui dessas alunas de prestar bastante atenção mas nunca de questionar e nem os professores de me impor a isso.


 No primeiro ano tive uma professora singular, mas não foi a única, pois seu método de ensino era o mesmo em todas as turmas que lecionou e já durava vários anos. Quando começava a aula de Literatura, que era a disciplina ministrada por ela, mudava todos os alunos de lugar principalmente aqueles que já tava com sua panelinha feita. Rsrs ela achava que desse jeito os alunos prestariam mas atenção na sua aula. Apesar de seu método ser muito rigoroso foi de grande ajuda para o desenvolvimento de minha leitura.