terça-feira, 28 de abril de 2015

Vida Universitária

Ingressei na UESB no ano de 2013.1, no dia 15 de abril, a cada férias que termina e tenho que voltar para Jequié meu coração dói, sofro demais  só de pensar em passar quase dois meses sem ver meus pais, mas mesmo assim ainda são eles que me dão forças pra continuar meus estudos. A minha turma posso dizer que realmente foi escolhida a dedo, super legal existe alguns momento de confusão mas na maioria das vezes acaba tudo bem. A Uesb  me fez ver as coisas com os outros olhos, com um olhar critico e reflexivo. 

No meio dessa grande turma tive o imenso prazer de conhecer Mariana e Camila que hoje considero como se fosse minhas irmãs. Meninas essas que me ajudarão ainda mas a a persistir na minha caminhada.




Atualmente moro em Jequié com Mariana, a cada semestre vou me identificando, mas ainda com o curso, quando inicie no Pibid no ano de 2014 tive logo a certeza que não seria uma tarefa fácil, e realmente eu tinha razão tive muita dificuldade, dificuldade essa de falar em público, mas mesmo assim não desistir, pois sabia que ia conseguir, nossos encontros do Pibid foi o que, mas contribui para que superasse a minha dificuldade, pois ao longo das reuniões ia falando, questionando e aos poucos estava perdendo a vergonha e o medo de falar. E essa dificuldade só me fortaleceu ainda, mas e com cada encontro tinha, mas certeza ainda que o pibid foi e está sendo de grande importância para a minha formação, pois nossa coordenadora Socorro Cabral nos possibilitou uma bagagem e tanta com rodas de conversas, discussão teórica, resenhas e a insegurança que tinha dentro de mim foi aos poucos desaparecendo. O Pibid além de tudo nos possibilitou a ter contato com a escola e isso nos ajudou a ver a realidade das escolas, realidades essas que nós devemos entender que dentro de uma mesma sala de aula existem várias formas de articulação cognitiva. Com isso, para que a aprendizagem se concretize, o educador deve compreender o aluno em seu contexto. Se todos os alunos passem pelo Pibid seriam profissionais diferenciados e teria outra visão à vida escolar. Com as experiências que estou vivendo no Pibid tenho certeza que não vou ter tanta dificuldade no estágio, pois já vou ter adquirido vários conhecimentos que poderá me ajudar não só no estágio, mas sim pra vida toda.



Aplicação da I interveção


Com a análise do diagnóstico concluído elaboramos a I intervenção queríamos uma atividade que fosse gratificante tanto pra gente quanto para os alunos, então logo pensamos no gênero textual receita para ser aplicada na sala de aula, priorizando sempre o desenvolvimento da leitura e escrita das crianças. Para a construção do plano de aula e das atividades tivemos como base o método socioliguinstíco.  A partir da leitura do livro da autora Onaide Mendonça, percebemos que esse aprofundamento na fundamentação teórica é de grande relevância no processo da nossa formação, no seu método Freire vê a importância da socialização e quer todos os alunos lendo e escrevendo com autonomia, e ainda, capazes de intervir criticamente no cotidiano e no mundo em geral.


 Na elaboração das atividades estávamos um pouco ansiosas e ao mesmo tempo nervosas, imaginando como aplicar uma atividade numa sala de 5º ano que malmente sabe ler. No primeiro instante pensamos que a aplicação da atividade iria ser um desastre, mas pelo ao contrario foi um momento único para nossa formação, ver que aqueles alunos reagiram super bem com a nossa presença e deram o máximo deles mostrando que eles eram capazes de esta ali e ia fazer por onde. Ao começar a aplicar as atividades fomos surpreendidos, a maioria dos alunos terminaram as atividades rapidamente e participaram dos debates que foram propostos. No decorrer da aplicação da atividade notamos a dificuldades em algumas crianças, mas nada que uma boa explicação não resolvesse.



Construímos o plano de aula em três momentos, codificação, descodificação e analise lingüística. A abordagem principal na codificação é partir da explicação estrutural da receita e exposição de suas características. No decorrer descodificamos o gênero textual com questionamentos e debates entre os alunos. Em seguida fizemos no quadro toda a explicação da analise lingüística com a palavra geradora “RECEITA” e sua família silábica. Por fim, aplicamos as atividades de acordo com cada nível de escrita dos alunos diagnosticadas. Foi uma experiência única tanto pra gente quanto para os alunos, e a nossa ida para a escola foi, mas uma etapa vencida de muitas que iremos vencer ao longo desse ano.  
Estou aprendendo a ser professora a cada intervenção construída, a cada desafio encontrada em sala de aula, pois a arte de ensinar é uma tarefa difícil demais, mas está sendo os momentos de dificuldades tanto em sala de aula quanto em construir as intervenções que nos faz refletir sobre nossa pratica e como nós futuros pedagogos iremos atuar na nossa sala de aula.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Análise do diagnóstico do 5º ano




No dia 30 de março de 2015 nos encontramos para analisarmos as atividades do diagnóstico este foi construída por três etapas leitura, escrita e produção de texto com objetivo principal de diagnosticar o nível de aprendizagem de todos os alunos do 5º ano com a professora Jocelice na Escola Municipal Profª. Vilma Brito Sarmento. Essa atividade foi muito importante para os alunos, pois a partir daí elaboramos outras atividades adequadas a cada nível de cada criança. No primeiro momento o desempenho dos alunos nos assustou um pouco, mas no decorrer da atividade eles foram se soltando. Um desafio bem claro que vamos enfrentar na sala do 5º ano foi à questão da leitura, que a maioria dos alunos não correspondeu nossas expectativas na leitura, essa é uma grande dificuldade na sala do 5º ano. A turma é composta por 31 alunos de faixa etária de 10 a 12 anos, 23 alunos participaram da avaliação.
Assim podemos observar que dentre os 25 alunos presentes na avaliação, 8% (2 alunos) produziu escrita silábica, onde a criança supõe que a escrita representa a fala. É a frase que se inicia o processo de fonetização; nesta fase, ela tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro as letras. Enquanto 92% (23 alunos) silábica/ alfabética onde a criança apresenta uma escrita algumas vezes com sílabas completas e outras incompletas. Ou seja, ela alterna escrita silábica com escrita alfabética, pois omite letras. Sabemos que é muito importante que os alunos tenham uma boa escrita, pois como aleita Os parâmetros Curriculares Nacionais da Língua Portuguesa (1997, p.15) é “fundamental para a participação social efetiva, pois é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visões de mundo, produz conhecimento”, Essa vertente nos conduz a vê a importância das estratégias de ensino aprendizagem, pois essas serão predeterminantes para o progresso do aluno, e ate porque a aprendizagem da língua escrita é um processo de construção do sujeito em interação. Dessa maneira cabe a escola juntamente com os professores buscar meios que contribuam para o processo de desenvolvimento da escrita, com propostas na qual os educandos possam ser desafiados.